Não é um blog sobre cachorros e bikinis

Tag: Quarta-feira

Dia de Chuva

Dia cinza, preguiça inexplicável e perda da noção das horas. Na maioria dos casos esses e alguns outros fatores são fortes indicadores de que o dia é um Dia de Chuva. A Chuva é uma coisa que está presente na vida de uma porção considerável da humanidade. Mas o efeito de um chuvisco passageiro ou de um toró inesperado não chega nem perto do ambiente criado por um dia dedicado única e exclusivamente à Chuva.

Em um Dia de Chuva especialmente cinza saí do meu local de trabalho e fui à farmácia  comprar um sorvete de casquinha e enquanto pagava conversei ligeiramente com a moça do balcão. Em meio a uma conversa inacreditavelmente banal sobre o tempo, que durou apenas o tempo que a maquineta levou para realizar a operação do cartão de débito, a moça em questão me revelou a vontade nula de fazer algo diferente de dormir naquele dia feioso de quarta-feira. Depois dessa declaração sincera voltei para o escritório e enquanto tomava meu sorvete matutei sobre os efeitos da chuva.

A primeira coisa que brotou do meu pensamento foi justamente o fato de que desde as nove horas da manhã parecia ser cinco horas da tarde. Hora esta que é extremamente safada por ser perigosamente próxima do final do horário de trabalho. Normalmente o ritmo de trabalho cai progressivamente a partir das cinco horas, atingindo seu ponto mais baixo poucos minutos antes do fim do horário de trabalho. Não é difícil imaginar os efeitos negativos que um dia inteiro com cara de fim de tarde pode fazer.

Mas tudo piora quando começa a chover realmente. O barulho da chuva começa a amaciar o sujeito, que fica ligeiramente sonolento. Aos poucos a temperatura baixa e a umidade do ar começa a subir, nesse ponto o pobre ser humano já está sonhando com a sua cama, que nesse momento desperta mais saudade do que todas as lembranças boas da infância juntas. Esse desejo de retorno ao leito só aumenta ao longo do dia, porém ao se aproximar o término do expediente começa a ser substituído pelo medo de voltar pra casa debaixo de chuva, com o bônus de um transito ruim devido à quantidade de água que cai do céu.

Eu normalmente encaro bem Dia de Chuva, principalmente se as minhas meias estiverem secas. O meu desejo pela minha cama é bem moderado, mas a preguiça ainda se manifesta caso eu tenha uma janela na minha frente.

Mas de todas essas coisas os únicos culpados são nossos ancestrais. Que no tempo da pedra lascada não faziam mais nada em Dia de Chuva do que esperar parar de chover… Chego a conclusão que esperto era o homem da caverna que quando chovia decretava feriado.

Dia do Amigo

Na ultima segunda-feira, também conhecida como 20 de Julho, foi comemorado o Dia do Amigo. Talvez essa seja uma das datas com a maior disparidade entre o impacto que ela causa dentro e o que causa fora da internet. Isso por que, até onde eu lembro, antes do boom das redes sociais ninguém falava do Dia do Amigo. Por causa disso eu considero válido dizer que hoje esse dia é celebrado graças ao Orkut.

Provavelmente você, caro leitor, tem idade suficiente para se lembrar do Orkut, um dos maiores fenômenos da internet (pelo menos no Brasil) de todos os tempos. Apesar de ninguém ligar mais pro coitado, sua desativação causou uma grande comoção. Eu lembro que na época muita gente corria atrás de aumentar a sua lista de amigos, tanto que atingir a marca de 1000 amigos, e consequentemente não poder adicionar mais ninguém, era motivo de ostentação. Dentro de um ambiente como esse não é difícil acreditar que o Dia do Amigo fosse genuinamente celebrado.

A verdade é que o finado Orkut mudou um pouco a forma de como lidamos com a amizade. Aos poucos fomos acostumados a quantificar nossos amigos, a elevar os conhecidos ao patamar de amigos e  a transformar nossa lista de contatos em uma espécie de galeria de todos que conhecemos. Porém, devido às limitações desse sistema, fomos obrigados a chamar todos os conhecidos, os colegas de trabalho, do curso de inglês, aquele primo que não te vê há 10 anos, ou aquele cara que estudou com você na terceira série de amigos. Provavelmente seja por isso que o Dia do Amigo continua sendo uma data tão celebrada nos ambientes sociais virtuais.

Apesar de não dar tanta bola pro Dia do Amigo, fico pensando aqui com meus botões se futuramente as relações de amizade serão tão rasas quanto essas redes sociais fazem parecer. Se a frase “Vocês são amigos agora” que o Facebook exibe a cada pessoa adicionada à minha lista continuará tão absurda aos meus olhos quanto sempre foi. Se as pessoas vão precisar de uma frase automática do sistema pra saber se alguém se tornou um amigo.

Ideias

Escrever é uma coisa interessante, pelo menos pra mim. Eu normalmente escrevo contos e outras coisas como este texto que você, querido leitor, está lendo nesse momento. Eu não escrevo contos por ter uma boa estória pra contar. Também não escrevo textos como este por ter algum pensamento ou reflexão genial pra dividir com os que me lêem. Não. Existe um motivo puro e simples que me leva a sentar, algumas vezes por horas, na frente de um computador e exercitar meus dedos no teclado: as ideias precisam sair.
Eu gostaria de ter algum processo criativo exótico ou inusitado. Não tenho. O que acontece comigo não tem nenhum mistério: eu tenho uma ideia e essa ideia me incomoda até ser colocada no papel. Normalmente as ideias crescem e amadurecem um pouco antes de seguirem para o papel, mas elas me incomodam desde o nascimento.
Quando eu comecei a escrever sobre assuntos aleatórios, coisas sem a mínima relevância ou aplicação prática, uma ideia que não para de me incomodar, decidi fazer uma lista de ideias para futuros textos. Tive algumas e as coloquei no papel. Assim como a minha lista de ideias para futuros contos, a lista de futuras crônicas não passou de uma lista. Percebi por fim que essas listas nada mais são que uma detenção para minhas queridas ideias. Como eu disse, elas incomodam até irem pro papel, depois disso ficam quietinhas. Agem como se estivessem felizes por viver em um lugar mais tranquilo do que a minha cabeça. Talvez as listas sejam um pouco mais confortáveis do que um ambiente de pensamentos caóticos.
Mas qual o motivo que me levou a ter a ideia pra esse texto?
A resposta é simples: na época em que a versão original dele foi escrita, dois meses haviam se passado e eu não tinha escrito nada. Consequência do tempo empregado em colocar uma certa ideia no papel. Dei vida a mais um personagem, contei sua história e gastei boas horas escrevendo sobre ele… E também gastei várias ideias nessa brincadeira. O resultado disso é que passei muito tempo sem ter sobre o que escrever. Nunca antes havia trabalhado em um personagem que me absorveu tanto. Tanto que não conseguia pensar em escrever mais nada. Não sei se minhas pobre ideias ficaram enciumadas e resolveram tirar férias ou se minha mente entrou de recesso. Mas lembro que foi um período de produção inexistente, mas naquele tempo eu não precisava tanto produzir. Ao contrário de hoje. Por isso faço um convite para as ideias que me abandonaram e para aquelas que ainda não vieram: Venham, podem vir. Sou todo de vocês. Preciso de vocês mais do que nunca

Deixa Terminar

Na semana passada eu publiquei um texto falando sobre o final de uma série que eu gosto muito e sentimento que o fim das coisas desperta (caso não tenha lido clique aqui). Mas um dia desses recebi uma noticia que me fez refletir: Naruto acabou, mas voltou. Não sei exatamente se a volta foi definitiva ou se foi ligeira pra matar a saudade. A questão verdadeira aqui é a seguinte: não estão deixando as coisas terminarem. Mas o maior exemplo disso nem é Naruto, ele não chegou nem aos pés de Toy Story.

Quando saiu Toy Story 3 eu me preparei pra dar adeus a uma coisa que fez parte da minha infância. Lá em 1995 eu fui pro cinema pela primeira vez e o filme em cartaz era Toy Story. Nem preciso dizer que eu me apaixonei pelo filme, e pela Pixar, naquele momento. Foi todo esse amor que eu levei pra sala de cinema alguns anos depois, quando fui ver o ultimo Toy Story. No fim do filme eu e boa parte da galera estávamos aos prantos. Não só pelo desfecho emocionante de um filme carregado de emoção, mas também daquela ser a despedida de personagens que permearam minha infância e moldaram meu caráter infantil. Aí pegam e anunciam que vai ter um Toy Story 4.

A primeira coisa que eu pensei foi “e eu chorei aquilo tudo pra NADA?”. A segunda coisa foi “tão de sacanagem” “eles não querem largar o osso mesmo”. Dizem por aí que em time que tá ganhando não se mexe, mas de uns tempos pra cá a galera tá levando isso bem a sério. Não sei se é por medo de arriscar ou por puro comodismo, mas nunca antes se reciclou tanta ideia quanto hoje em dia. O retorno garantido deixou a possibilidade de fazer algo novo em segundo plano. A zona de conforto criativa se tornou confortável demais, pior pras ideias novas, que estão cada vez mais sem espaço.

Pra finalizar eu digo que se é pra terminar que termine, deixem que faça falta e dê saudade. Deixem que as coisas novas venham e conquistem seus próprios lugares dentro dos nossos corações. Não parem de procurar a fórmula do ouro só por que conseguiram fazer o chumbo ficar brilhante.

Acabou

Acabou. Foi um dia desses. Não foi sem aviso, nem foi antes da hora, mas chegou ao fim. Depois de tanto tempo acabou. Não que fosse uma coisa muito importante na minha vida, mas fazia parte. Sentirei falta? É provável. Mas talvez o sentimento de que nunca mais aquilo será uma novidade é que me deixe um pouco triste, mas fazer o quê? Acabou. Nesse momento, nobre leitor, a pergunta que surge em sua cabeça deve ser “O que foi que acabou?”.

Um dia desses chegou ao fim uma das séries de maior sucesso de seu gênero, referência cultural pra toda uma geração. Antes de ouvir a resposta peço a você, caro leitor, que abandone esse texto apenas depois da conclusão do meu raciocínio. De acordo? Ótimo, então já posso dizer que, um dia desses, Naruto acabou.

Antes de descarregar ofensas contra mim deixe que eu me explique.

Não sinto nada pelo fim da série em si. Falo sério. Apesar de me considerar um fã não foi isso que me motivou a escrever essa pequena reflexão. Mas sim o que eu pensei depois do fim da história do ninja galego de cabelo espetado. O que eu sinto é aquilo que todos nós sentimos quando algo simples e aparentemente banal, como uma série de TV, de histórias em quadrinhos, filme ou novela, que faz parte de nossas vidas durante muito tempo acaba. A sensação de que as coisas estão mudando. E atire a primeira pedra aquele que se sente plenamente confortável com o sentimento de mudança. Não é culpa sua, fomos programados assim.

Pensar que nunca mais vou parar uns minutos pra debater sobre os últimos capítulos com algum amigo, ou ouvir alguma novidade que me faz correr atrás do que eu ainda não li tem um gosto meio amargo. Amarga a boca quando eu penso que um dos elos que eu ainda tinha com os meus tempos de adolescência virou passado, e hoje habita apenas na lembrança, junto com os meus 16 anos. De que a próxima vez que eu conversar sobre isso com alguém vou utilizar apenas verbos no passado. De que no máximo eu vou poder reler o que eu já li. Menos uma coisa na lista do que faz tempo que eu leio/assisto/acompanho. E isso amarga

Talvez pareça exagero da minha parte, mas quem nunca se sentiu assim? Quem nunca sentiu falta ao fim de uma série de filmes ou de livros, novela ou seriado de TV? Quem nunca pensou em como teria que arrumar outra coisa pra discutir com os amigos ou com os colegas de trabalho que compartilham o mesmo gosto pelo assunto?

No final todos esperam curiosos pelo fim, mas não querem romper os laços e deixar aquilo pra trás. Não vou cair no absurdo de dizer que minha vida nunca mais vai ser a mesma depois disso, mas sempre vai ser estranho pensar que acabou.

Nove

Nove.

Sempre achei um número bonito. Sempre olhei pra ele como uma forma crescida do 3, numero que eu particularmente gosto bastante.

O nove é o número do quase. Mas é o melhor tipo de quase: o quase perfeito. Nove é quase dez. Todos os campeões perseguem a nota perfeita, mas a esmagadora maioria acaba levantando o troféu ou garantindo a medalha por que chegou perto, não ganhou um dez, mas o nove foi mais do que o suficiente. Mas qual o motivo pra essa introdução aparentemente sem sentido?

Outro dia parei e contei os textos escritos para este projeto. Ao fim da ligeira contagem, mais ligeira do que eu gostaria, diga-se de passagem, soube que eles eram nove. Gostei tanto do número que me senti na obrigação de escolher com cuidado o tema do meu décimo texto… Infelizmente minha cabeça não trabalha de uma forma muito ordenada. Não consegui pensar em outra coisa que não fosse falar sobre o fato de ter escrito nove textos até então.

Quando eu comecei era só uma ideia, uma tentativa, um “se colar, colou”. Mas aqui estou eu, nove textos depois, querendo escrever cada vez mais. Quando comecei a escrever este texto achava que nove era muita coisa, mas alguns parágrafos depois já acho que é só o começo.

Ainda tem muita trivialidade pra ser dita, muitas teorias sem fundamento pra discutir e tudo que eu fiz foi escrever nove textos, dá pro Lula contar nos dedos sem recorrer ao auxilio dos pés. Talvez eu ainda precise de mais nove, mais dezenove ou mais noventa e nove até que eu esgote todas as inutilidades que tenho na cabeça. Espero que quando acabarem eu consiga arrumar mais algumas, não muitas, o suficiente pra escrever mais uns nove ou noventa e nove textos.

Voz

Uma amiga veio falar comigo dizendo que achou um texto perdido dentro do computador dela e achava que o texto era meu. De fato era meu, tratava-se da primeira versão deste texto aqui. Segundo ela, parecia com as coisas que eu escrevia antigamente, antes de eu moldar a minha voz. Essa afirmação me fez refletir um pouco e achei que valia a pena escrever sobre isso.

Em 2011, quando o texto em questão foi escrito, eu tinha algumas aspirações enquanto escritor semi-amador. Uma dessas aspirações era ter meu próprio estilo. Algo nas minhas linhas que fosse uma espécie de impressão digital. Hoje quase posso dizer que consegui fazer isso, mas não foi pra falar de escrita que eu puxei essa conversa.

Fico pensando se em algum momento tive essa aspiração para minha vida. Se em algum momento eu desejei que a minha singularidade enquanto ser humano fosse não só reconhecida, mas reconhecível. Que nenhuma outra pessoa fosse ouvida através da minha voz. Provavelmente sim, mas não sei se isso é um desejo de todos.

Nos tempos de hoje, onde todos podem falar e ser ouvidos, o que eu mais vejo são palavras repetidas. A maioria parece ter mais vontade de engrossar o coro do que se fazer ouvir. Imagino se ainda existem pessoas que aspiram ter uma voz só sua. Pessoas que querem ser ouvidas em meio a unidade sonora da turba que nos cerca, tendo ou não algo pra dizer. Seres que podem não ser 100% originais, mas que de fato são 100% singulares mesmo dentro de sua falta de autenticidade. Talvez seja por isso que muita gente fica famosa aparentemente sem motivo, apenas por terem suas singularidades reconhecidas e admiradas. Eu sinceramente espero ver um pouco mais disso por aí, pessoas que conseguem falar com sua própria voz, mesmo sabendo que isso está ficando cada vez mais difícil. Já que as pessoas parecem querer ser qualquer coisa hoje em dia, menos elas mesmas.

Nome

Tem coisas que a gente pensa que todo mundo tem. Como senso crítico, bom senso, noção e outras coisas. De fato poucas coisas todo mundo realmente tem. Entre elas está o nome.

Nome que te deram, nome que você se deu, nome que virou nome sem querer. Não importa. Todo mundo é chamado de alguma coisa, faz parte do nosso ser e é a pedra fundamental da nossa identidade, mas todo esse papo sobre nome foi motivado por um fato cotidiano ligeiramente curioso.

Fui assistir um filme no cinema antigão do centro do Recife, o São Luis. Só que essa conversa sobre nomes não tem relação alguma com o cinema em si ou com a sua idade, nem com o filme, menos ainda com o Recife. Tudo aconteceu quando eu entreguei meu ingresso na entrada do cinema, espiei o crachá do senhor que estava conferindo os bilhetes e vi em letras pretas o nome:

“Rock Stanley”

Claro que eu só consegui processar a informação alguns minutos depois. Não é todo dia que se encontra um senhor de óculos, com a barba e o cabelo grisalhos com um crachá escrito “Rock Stanley”. Imediatamente comecei a imaginar se esse é o real nome do sujeito ou se a galera pode colocar apelidos no crachá lá no São Luís. Também comecei a pensar se eu tinha lido errado, mas esses pensamentos foram afastados. É inúmeras vezes mais legal saber que no mundo existe alguém com o nome de Rock Stanley.

É quase inevitável não imaginar a professora fazendo a chamada e perguntando se Rock Stanley estava presente ou Rock Stanley sendo chamado pra entrar num consultório médico. E diante da tela do computador eu imagino uma lápide, um cartão de crédito e uma carteira de motorista com o nome “Rock Stanley”. Espero não ter lido mal e espero que não seja um apelido, porque agora o mundo está muito mais legal pra mim. Porque é muito legal saber que existe um Rock Stanley.

Bem Vindo ao Cachorros de Bikini

Finalmente ficou pronto, nem acredito, depois de mais de um ano procrastinando me preparando está no ar meu humilde xalé nas internets.

Eu lembro de quando comecei a escrever e pensava que fantasia seria a única coisa que eu escreveria. O tempo passou, eu escrevi alguma coisa de fantasia, mas um belo dia eu resolvi escrever esse texto aqui. Esse foi o verdadeiro ponto de virada. Foi quando eu percebi que poderia escrever sobre qualquer coisa. Isso aconteceu em 2013, quando a ideia do Cachorros de Bikini nasceu.

Era uma promessa de ano novo pra 2014, era pra ter saído pelo menos a um ano atrás, mas eu não tive coragem. Na minha cabeça eu ainda precisava de uma reserva de textos grande pra afastar o fantasma da falta de postagens. Não consegui fazer uma reserva muito grande, mas a gordura que tem me deixa confortável pra trabalhar.

Ao longo desses quase 2 anos eu tive o apoio de algumas pessoas muito queridas, pessoas que merecem muito mais do que a minha gratidão: meus amigos leitores regulares. Pessoas que sempre me deram opiniões sinceras e bem úteis sobre tudo, que além de me dar mais confiança em relação a esse projeto tentaram me convencer de todas as formas a começar logo com as publicações e deixar de frescura. Tá na cara que nenhum deles conseguiu me convencer, mas eis que surge o dia 03 de Junho do ano da graça de 2015. Uma quarta-feira mais do que comum. O dia em que eu abro os trabalhos do Cachorros de Bikini.

Nem preciso dizer que eu estou bem animado. Também não preciso dizer que não to levando muita fé de que eu dou conta do recado, por isso mesmo eu estou me desafiando a fazer postagens três vezes na semana (segundas, quartas e sextas), mas não vai adiantar de muita coisa sem a sua presença, querido leitor. Por isso faço esse pequeno convite: sempre que estiver de bobeira aproveite e dê uma passada por aqui. Não garanto que todas as vezes você vai encontrar um texto excelente, mas garanto que uma visitinha não vai gerar arrependimento algum.

Então é isso. Deixe as coisas sérias na porta, puxe uma cadeira, fique a vontade e seja bem vindo ao Cachorros de Bikini.

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