Não é um blog sobre cachorros e bikinis

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Contos de Segunda #19

Renato tirou férias do blog. Trinta dias para respirar, reciclar algumas ideias e refrescar a cabeça. Porém algo ocorre com todos aqueles que tiram um merecido recesso de qualquer atividade. Dentro de cada um cresce a vontade de não voltar mais das férias. Com Renato não foi diferente.

Claro que ele gostava de escrever. De todas as coisas que ele fazia, que não eram muitas, a escrita era uma das preferidas, mas manter o blog dava trabalho e não rendia dinheiro. A quantidade de pessoas alcançadas por ele era tão pequena que talvez nem valesse o trabalho. “E se…”, era como começavam os pensamentos de Renato sobre seu blog, mas nenhum deles terminava. As férias ainda não tinham acabado, ele pensaria nisso depois.

O tempo passou rápido. Muitas coisas aconteceram e muitas outras deixaram de acontecer. Renato ainda não havia chegado a qualquer tipo de decisão. O assunto foi varrido pra baixo do tapete, convenientemente esquecido. Até que, não mais do que de repente, ele sentiu que precisava voltar. Olhou no calendário e viu o final de suas férias. Ele esperaria a folga acabar, mas em seu interior ele já sentia como se estivesse de volta.

Meus Problemas com Barba

Há mais ou menos dois anos já estava formado o embrião que se tornaria o Cachorros de Bikini. Naquela época eu escrevi alguns dos textos publicados nos últimos meses, alguns dos que ainda serão publicados e outros que nunca virão a público. Dentre os componentes desse último grupo está um texto com o sugestivo título de “Barba”.

Recentemente resolvi deixar os pelos da face crescerem a vontade, por isso publicar um texto da reserva com essa temática me pareceu uma boa ideia, mas alguma coisa me fez desistir. Puxei pela memória e percebi que o tempo afastou aquelas palavras de mim. Minha voz não estava mais naquele texto, pelo menos não como eu a escuto hoje, e isso me levou a refletir. O que mudou ao longo desse tempo?

Muito provavelmente a maioria das coisas continua no mesmo lugar, mas talvez eu tenha mudado ou mudado a minha relação com a minha barba. Quem sabe a qualidade do texto me pareça menor do que antes ou simplesmente o tema não me interesse como interessou na época. Será que no futuro olharei para meus cachorros publicados e pensarei a mesma coisa?

Foram só dois anos (na verdade um pouco menos), mas foi o suficiente para que alguma coisa mudasse e provavelmente as coisas continuarão mudando. Fico pensando se isso foi só o começo de uma mudança maior ou de uma mudança na ótica pela qual eu enxergo minha produção recente. Talvez em algum momento eu olhe para os cachorros que habitam nesse humilde sitio e perceba que as roupas de banho que eles usam estão fora de moda. Provavelmente algo desse tipo nunca vai acontecer, afinal estamos no Brasil e por aqui bikini nunca saiu de moda. Sem contar que sungas, maiôs e tanguinhas não me parecem trajes adequados para os meus cachorros.

Solidão

Muitas vezes nos deparamos com uma situação bastante singular em nossas vidas: a Solidão. Antes que o nobre leitor me julgue mal, quero deixar claro que este não é um texto sobre relacionamento, homem ou mulher que sai pra comprar cigarro e não volta mais ou sobre aqueles pobres corações esquecidos pelo Cupido. Não, eu vou falar do fato puro e simples de estar em um lugar totalmente livre da presença e/ou interferência de outro ser humano.

Ficar sozinho não é algo difícil de acontecer. Em vários momentos nos vemos sem ninguém por perto, seja no trabalho ou em casa. A diferença está justamente na forma em que cada um encara a falta de companhia.

Para muitos a solidão é uma benção. Um breve, ou nem tão breve assim, momento de paz em que os pensamentos são os únicos que ainda teimam em se aproximar. Para outros a solidão é disfarçada com o som da televisão, música, rádio ou simplesmente por alguma rede social qualquer, mas nem por isso ela se torna menos agradável. Há também aqueles fingem estar sozinhos, seja por necessidade de concentração ou por pura antipatia, e dão um jeito de se isolar dos demais. Cabe uma menção honrosa aos fones de ouvido, que tanto nos ajudam nessas horas.

Tem aqueles que amaldiçoam os momentos em que estão desprovidos de companhias. De fato a Solidão não é uma acompanhante muito agradável em muitas ocasiões. Não ter nenhuma outra pessoa por perto pode ser extremamente perturbador, se não fosse assim os prisioneiros iriam pra uma “Coletiva” e não pra uma “Solitária”. Nada pior do que passar por um dia ruim e não ter nenhum ombro amigo onde se possa chorar pelo leite derramado. Tal situação também é um terror para os excessivamente comunicativos, também conhecidos como tagarelas, matracas ou similares, porém o Silêncio se mostra mais vilão do que a Solidão em si, já que ouvir apenas o som da própria voz é igualmente perturbador.  Talvez isso seja um dos causadores de grande parte do que vemos em todas as redes sociais, que estão cada vez mais apinhadas de pessoas querendo um pouco de atenção.

Quanto à minha relação com a Solidão não tenho muito o que dizer. Todo aquele que tem gosto pela escrita sabe dar valor aos momentos solitários, já que dificilmente alguém escreve acompanhado. Mas a Solidão só é boa mesmo quando você sabe que chega a hora em que ela acaba. Até os escritores, maiores exemplos dos que fazem trabalho solo, escrevem pensando nos outros, pois escritor sem leitor é das duas uma: egoísta ou o ser mais solitário da face da Terra.

Segunda-feira Treze

Treze. Um número bastantes controverso que tem uma série de partidários, desafetos e eleitores, podendo representar tanto a sorte quanto o azar. Numero esse que combinado com um dia da semana e um mês do ano faz um dos combos mais famosos no universo da superstição: a Sexta-feira 13 de Agosto.

Em 2015 o mês de Agosto passou e não teve sexta 13, mas por um acaso eu acabei vendo o 13 combinado com um outro dia da semana nesse mês 08 de 2015. Nessa ultima segunda-feira, 31 de Agosto do ano da graça de 2015, foi publicado o décimo terceiro texto da série Contos de Segunda. Uma segunda-feira (o oposto de uma sexta), dia 31 (que não passa de um 13 invertido). Em meio a essa quantidade inexplicável e sem nenhum significado de coincidências eu publiquei um texto que acaba servindo de marco. Não tem nada a ver com o numero 13 em si, mas sim com o fato desse texto marcar a décima terceira semana de Cachorros de Bikini no ar.

Lembro de um dia ter contado nove textos dentro de uma pasta, hoje eu conto treze semanas de trabalho. Mantendo sempre a rotina de publicar três textos por semana, o que não é lá grande coisa, sem nunca atrasar, o que também não é grande coisa. Independente da quantidade de acessos e leitores, as primeiras semanas de vida desse blog foram um teste. Me desafiei e consegui, produzi mais do que eu esperava e publiquei tanto quanto eu queria.

Segunda 13. A décima terceira. Espero ainda publicar muitos outros treze. Espero continuar contando todas as semanas sem falhar nas publicações. Para finalizar com os números, cabe lembrar de que este é a publicação de número quarenta do Cachorros de Bikini e eu sinceramente espero ainda ter bem mais que treze ideias pulando da cabeça direto pro papel

Não Deu pra Terminar

Sentei na cadeira. Escrevi. Não consegui continuar. Parei pra ler. Ficou ruim. Levantei e arrumei algo melhor pra fazer.

Foi exatamente isso que aconteceu com um texto que eu queria escrever há tempos. Um tema que na minha cabeça prometia, tema bastante conhecido por mim inclusive: a hora extra. Tive umas ideias, pensei que ficariam legais no papel. Eu comecei o texto até empolgado. Mas não veio, não deu aquele barato. Quando eu percebi que o processo de escrita estava me incomodando resolvi ler o que tinha saído até então. Na hora eu notei, mas demorou pra que finalmente eu aceitasse. Ficou tão ruim que não dava vontade de continuar escrevendo.

Não é a primeira vez que acontece. Faz tempo que eu abandonei a ideia de que cada texto escrito precisa ser melhor do que o anterior. Mas esse texto conseguiu me tirar o sossego. Não sei se foi a frustração de ver um tema, aparentemente, divertido ser transposto pro papel de forma tão desinteressante e sem brilho.

Eu queria ter conseguido falar sobre a trilha sonora pitoresca que rola nas horas extras, das besteiras que a galera consome e das coisas esquisitas que acontecem conforme o relógio avança. De como a proximidade da meia-noite nos deixa com as ideias trocadas e de como é chato chegar de manhã no escritório e ver que o sono te fez esmerdalhar tudo e que o seu adicional noturno não valeu de muita coisa. Fazer isso tudo de um jeito interessante não rolou. Sério. Não deu.

Fiquei desanimado um tempo. Isso somado com as correrias da vida me fizeram perder um pouco da vontade de escrever por um tempo, mas agora já foi. Não tenho coragem de apagar o coitado, assim como não apaguei os meus outros escritos que deram errado, pouco certo ou ficaram bem ruins. É bom deixar ele lá pra caso eu escreva alguma coisa muito boa. Vou precisar de algo pra me lembrar que a qualquer hora eu posso escrever uma coisa muito ruim.

Contos de Segunda #9

Renato tinha um blog. Lá ele publicava um conto toda segunda-feira até então. Porém havia um problema: ele não tinha ideias para o conto da próxima segunda. Sentado diante do computador contemplava há horas o documento ainda em branco. Nada. Nenhuma palavra. Os olhos ardiam de tanto encarar o branco do editor de texto. Os dedos se contorciam de tensão sobre o teclado. A cabeça fervilhava com inúmeras coisas, nenhuma delas era uma ideia aproveitável. Ele precisava pensar em alguma coisa.

A primeira tentativa de ativar as ideias foi assistir um episódio de alguma série há muito deixada de lado. Depois de três episódios Renato estava plenamente convencido dos motivos que o levaram a abandonar a série. A segunda tentativa foi retomar a leitura de um livro enorme de fantasia medieval que estava sendo consumido em ordens homeopáticas. Depois de dois capítulos um dos personagens mais importantes morre de forma tão inexplicável e brutal que as próxima meia hora foi dedicada a xingar muito em alguma rede social. A terceira tentativa consistiu em olhar ao redor em busca de alguma inspiração, nisso e em pedir pelo amor de Deus que uma ideia viesse logo.

A ideia veio. Talvez não fosse a melhor ideia do mundo, mas qualquer coisa é melhor que nada. Os dedos correram frenéticos pelo teclado, os olhos mal piscavam e poucos instantes depois o primeiro parágrafo estava pronto. Estava bom o suficiente para garantir que o texto não seria abandonado sem conclusão. Escrever sobre alguém que não tinha o que escrever pareceu bastante interessante, talvez rendesse alguma coisa que prestasse. Começava mais ou menos assim:

“Tadeu tinha um blog. Lá ele publicava um conto toda segunda-feira até então. Porém havia um problema: ele não tinha ideias para o conto da próxima segunda…”

Ideias

Escrever é uma coisa interessante, pelo menos pra mim. Eu normalmente escrevo contos e outras coisas como este texto que você, querido leitor, está lendo nesse momento. Eu não escrevo contos por ter uma boa estória pra contar. Também não escrevo textos como este por ter algum pensamento ou reflexão genial pra dividir com os que me lêem. Não. Existe um motivo puro e simples que me leva a sentar, algumas vezes por horas, na frente de um computador e exercitar meus dedos no teclado: as ideias precisam sair.
Eu gostaria de ter algum processo criativo exótico ou inusitado. Não tenho. O que acontece comigo não tem nenhum mistério: eu tenho uma ideia e essa ideia me incomoda até ser colocada no papel. Normalmente as ideias crescem e amadurecem um pouco antes de seguirem para o papel, mas elas me incomodam desde o nascimento.
Quando eu comecei a escrever sobre assuntos aleatórios, coisas sem a mínima relevância ou aplicação prática, uma ideia que não para de me incomodar, decidi fazer uma lista de ideias para futuros textos. Tive algumas e as coloquei no papel. Assim como a minha lista de ideias para futuros contos, a lista de futuras crônicas não passou de uma lista. Percebi por fim que essas listas nada mais são que uma detenção para minhas queridas ideias. Como eu disse, elas incomodam até irem pro papel, depois disso ficam quietinhas. Agem como se estivessem felizes por viver em um lugar mais tranquilo do que a minha cabeça. Talvez as listas sejam um pouco mais confortáveis do que um ambiente de pensamentos caóticos.
Mas qual o motivo que me levou a ter a ideia pra esse texto?
A resposta é simples: na época em que a versão original dele foi escrita, dois meses haviam se passado e eu não tinha escrito nada. Consequência do tempo empregado em colocar uma certa ideia no papel. Dei vida a mais um personagem, contei sua história e gastei boas horas escrevendo sobre ele… E também gastei várias ideias nessa brincadeira. O resultado disso é que passei muito tempo sem ter sobre o que escrever. Nunca antes havia trabalhado em um personagem que me absorveu tanto. Tanto que não conseguia pensar em escrever mais nada. Não sei se minhas pobre ideias ficaram enciumadas e resolveram tirar férias ou se minha mente entrou de recesso. Mas lembro que foi um período de produção inexistente, mas naquele tempo eu não precisava tanto produzir. Ao contrário de hoje. Por isso faço um convite para as ideias que me abandonaram e para aquelas que ainda não vieram: Venham, podem vir. Sou todo de vocês. Preciso de vocês mais do que nunca

Nove

Nove.

Sempre achei um número bonito. Sempre olhei pra ele como uma forma crescida do 3, numero que eu particularmente gosto bastante.

O nove é o número do quase. Mas é o melhor tipo de quase: o quase perfeito. Nove é quase dez. Todos os campeões perseguem a nota perfeita, mas a esmagadora maioria acaba levantando o troféu ou garantindo a medalha por que chegou perto, não ganhou um dez, mas o nove foi mais do que o suficiente. Mas qual o motivo pra essa introdução aparentemente sem sentido?

Outro dia parei e contei os textos escritos para este projeto. Ao fim da ligeira contagem, mais ligeira do que eu gostaria, diga-se de passagem, soube que eles eram nove. Gostei tanto do número que me senti na obrigação de escolher com cuidado o tema do meu décimo texto… Infelizmente minha cabeça não trabalha de uma forma muito ordenada. Não consegui pensar em outra coisa que não fosse falar sobre o fato de ter escrito nove textos até então.

Quando eu comecei era só uma ideia, uma tentativa, um “se colar, colou”. Mas aqui estou eu, nove textos depois, querendo escrever cada vez mais. Quando comecei a escrever este texto achava que nove era muita coisa, mas alguns parágrafos depois já acho que é só o começo.

Ainda tem muita trivialidade pra ser dita, muitas teorias sem fundamento pra discutir e tudo que eu fiz foi escrever nove textos, dá pro Lula contar nos dedos sem recorrer ao auxilio dos pés. Talvez eu ainda precise de mais nove, mais dezenove ou mais noventa e nove até que eu esgote todas as inutilidades que tenho na cabeça. Espero que quando acabarem eu consiga arrumar mais algumas, não muitas, o suficiente pra escrever mais uns nove ou noventa e nove textos.

Voz

Uma amiga veio falar comigo dizendo que achou um texto perdido dentro do computador dela e achava que o texto era meu. De fato era meu, tratava-se da primeira versão deste texto aqui. Segundo ela, parecia com as coisas que eu escrevia antigamente, antes de eu moldar a minha voz. Essa afirmação me fez refletir um pouco e achei que valia a pena escrever sobre isso.

Em 2011, quando o texto em questão foi escrito, eu tinha algumas aspirações enquanto escritor semi-amador. Uma dessas aspirações era ter meu próprio estilo. Algo nas minhas linhas que fosse uma espécie de impressão digital. Hoje quase posso dizer que consegui fazer isso, mas não foi pra falar de escrita que eu puxei essa conversa.

Fico pensando se em algum momento tive essa aspiração para minha vida. Se em algum momento eu desejei que a minha singularidade enquanto ser humano fosse não só reconhecida, mas reconhecível. Que nenhuma outra pessoa fosse ouvida através da minha voz. Provavelmente sim, mas não sei se isso é um desejo de todos.

Nos tempos de hoje, onde todos podem falar e ser ouvidos, o que eu mais vejo são palavras repetidas. A maioria parece ter mais vontade de engrossar o coro do que se fazer ouvir. Imagino se ainda existem pessoas que aspiram ter uma voz só sua. Pessoas que querem ser ouvidas em meio a unidade sonora da turba que nos cerca, tendo ou não algo pra dizer. Seres que podem não ser 100% originais, mas que de fato são 100% singulares mesmo dentro de sua falta de autenticidade. Talvez seja por isso que muita gente fica famosa aparentemente sem motivo, apenas por terem suas singularidades reconhecidas e admiradas. Eu sinceramente espero ver um pouco mais disso por aí, pessoas que conseguem falar com sua própria voz, mesmo sabendo que isso está ficando cada vez mais difícil. Já que as pessoas parecem querer ser qualquer coisa hoje em dia, menos elas mesmas.

Bem Vindo ao Cachorros de Bikini

Finalmente ficou pronto, nem acredito, depois de mais de um ano procrastinando me preparando está no ar meu humilde xalé nas internets.

Eu lembro de quando comecei a escrever e pensava que fantasia seria a única coisa que eu escreveria. O tempo passou, eu escrevi alguma coisa de fantasia, mas um belo dia eu resolvi escrever esse texto aqui. Esse foi o verdadeiro ponto de virada. Foi quando eu percebi que poderia escrever sobre qualquer coisa. Isso aconteceu em 2013, quando a ideia do Cachorros de Bikini nasceu.

Era uma promessa de ano novo pra 2014, era pra ter saído pelo menos a um ano atrás, mas eu não tive coragem. Na minha cabeça eu ainda precisava de uma reserva de textos grande pra afastar o fantasma da falta de postagens. Não consegui fazer uma reserva muito grande, mas a gordura que tem me deixa confortável pra trabalhar.

Ao longo desses quase 2 anos eu tive o apoio de algumas pessoas muito queridas, pessoas que merecem muito mais do que a minha gratidão: meus amigos leitores regulares. Pessoas que sempre me deram opiniões sinceras e bem úteis sobre tudo, que além de me dar mais confiança em relação a esse projeto tentaram me convencer de todas as formas a começar logo com as publicações e deixar de frescura. Tá na cara que nenhum deles conseguiu me convencer, mas eis que surge o dia 03 de Junho do ano da graça de 2015. Uma quarta-feira mais do que comum. O dia em que eu abro os trabalhos do Cachorros de Bikini.

Nem preciso dizer que eu estou bem animado. Também não preciso dizer que não to levando muita fé de que eu dou conta do recado, por isso mesmo eu estou me desafiando a fazer postagens três vezes na semana (segundas, quartas e sextas), mas não vai adiantar de muita coisa sem a sua presença, querido leitor. Por isso faço esse pequeno convite: sempre que estiver de bobeira aproveite e dê uma passada por aqui. Não garanto que todas as vezes você vai encontrar um texto excelente, mas garanto que uma visitinha não vai gerar arrependimento algum.

Então é isso. Deixe as coisas sérias na porta, puxe uma cadeira, fique a vontade e seja bem vindo ao Cachorros de Bikini.

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