Não é novidade pra ninguém que de uns tempos pra cá a memória do mundo está na internet. Em função disso trabalhar com o passado, em determinados casos, ficou relativamente simples. Por causa disso começou a surgir um movimento de nostalgia para praticamente todas as gerações com idade suficiente pra sentir saudade daquele tempo bom que não volta mais.

Nostalgia é um sentimento interessante, um sentimento bem discreto na minha humilde opinião. Nostalgia é uma manifestação da saudade, mas não é bem saudade. Nostalgia aquece o coração, nos comove e resgata uma fração do sentimento original de quando as coisas que nos deixam nostálgicos eram presente e não passado. A nostalgia não nos deixa cegos, nem impulsivos, nem agressivos, dificilmente a nostalgia causaria uma guerra ou afetaria um relacionamento. Fazemos coisas pela nostalgia que vamos sentir, não pela que estamos sentindo.

Nostalgia é quase uma droga. Tal qual uma dessas substancias (lícitas ou não), ela nos desliga da realidade por alguns instantes. Ficar nostálgico é como se apaixonar pelo passado, é ficar besta de sentir o melhor tipo de saudade, aquela que a gente sente das coisas que tiveram sua hora e seu lugar. Coisas que apesar de  nos dar saudade estão exatamente onde deveriam estar, na memória e é quando uma memória perdida é resgatada o efeito da nostalgia é multiplicado algumas muitas vezes.

O papo sobre nostalgia termina por aqui. Na prática esse texto não está completo, ele serve como introdução pro texto que será lançado na sexta. Fique de olho que a parte séria da coisa começa no próximo post.

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